quinta-feira, julho 23, 2009

Os seus olhos vêem o azul


Os seus olhos vêem o azul
Que ninguém mais é capaz
Todas as flores deste jardim celeste
Perfumaram o leito de amor
Luz do sol,
Alma do poema, orvalho da manhã
Se me encontrou não me deixa ir
Quando desenha com traço de mestre
Contornos de minha essência faço de
Suas mãos o receptáculo, o cálice onde
Derramo meu vinho e aqueço o leito
Do rei como a sulamita eleita para Davi
escrito por Cristiane França

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário