Sinto, sinceramente, que todos nós podemos atingir um grau de iluminação suficiente para cultivar o bem. Estou plenamente convicta que há um apelo interior que, como célula mater, chama-nos para uma vida ética e de trabalho com contentamento. Quando atuo em minha profissão questiono porque manter-se tão voraz o egoísmo que nos encobre a alegria e a gratidão por nossa existencia. A vida encerra o milagre de sentir, de conviver, sorver o mel divino do amor. Uma caminhada transcendente (e necessaria), por vezes, se faz diante de um momento de dor. Noutras por verdadeira alegria de ser e poder caminhar, respirar... Amar na simplicidade de acolher, apenas acolher.

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