quinta-feira, março 21, 2013


A NEUROCIÊNCIA DA FELICIDADE | enquanto ratos comprovam uma busca compulsiva por dopamina (neurotransmissor da gratificação e do prazer), Eduardo Giannetti, autor do livro "A Ilusão da Alma", questiona: é isso que buscamos quando falamos em felicidade? "Esse atalho bioquímico de sensações intensamente prazerosas, desconectadas da vida, de um sentido de realização?"

Quem também abordou esse ângulo da questão foi a neurocientista Susan Greenfield, que tem se preocupado com essa redução do sentido causada pelo neurotransmissor dopamina: "quanto mais dopamina, mais infantil o cérebro, menos noção de sentido, tempo, significado. As telas aumentam a dopamina. É a excitação potencializada do momento, comum no cérebro infantil. A pressão dos sentidos domina o mundo atual. Quanto mais excitante a experiência, mais dopamina. São mecanismos doentes."

Com o passar das eras, os termos se mantêm e seus significados se modificam. Seria essa a nova concepção de felicidade? Potencialização do prazer? Instantes alegres sem uma linha que os interligue?

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