"Existem experimentos em neuroanatomia e neurofisiologia que demonstram que o sistema nervoso só começa a registrar estímulos a partir do momento em que esses começam a ter significado. Se não compreendemos o que vemos, não o vemos, ou seja, é preciso crer para ver, e não como se diz geralmente ver para crer. Portanto, a maneira como descrevemos o que acontece pode inibir ou facilitar sua percepção."
VASCONCELLOS, Maria José Esteves de. Pensamento Sistêmico: o novo paradigma da ciência. Campinas, Papirus, 2002.
Mais tarde gostaria de falar do paradigma emergente e Thomas Khun (1962), porém, nesse momento o que me inspira é a questão de nossas crenças. A reflexão apresentada acima implica (e como!) na responsabilidade que temos com nossas crianças e jovens. No que fazemos para que estes formem suas opiniões acerca do planeta e dos valores humanos. Quais nossas próprias crenças? Se estamos falidos emocionalmente, como educar? Se estamos pouco movidos em melhorar a qualidade de vida em nosso planeta, como fazer que nossas próximas gerações se interessarem pela manutenção de hábitos positivos? Se não acreditamos no amor, como ensimar a amar? Isso mesmo "ensinar a amar". O amor se aprende, se constrói além de nossos limites e através deles: limites pulsionais, limites sociais, limites emocionais.
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